PROJETOS PESQUISAS

       


PROJETOS EM ANDAMENTO PELA PREFEITURA.
Estrada Mangaratiba-Rio Claro

A rodovia Mangaratiba-Rio Claro poderia virar uma "Estrada-Parque"

http://mandatodovereadorzemaria.blogspot.com/search/label/Estrada%20S%C3%A3o%20Jo%C3%A3o%20Marcos


RJ-149 atravessa uma importante unidade de conservação da natureza que é o Parque Estadual do CunhambebeTransforme a rodovia RJ-149 numa “Estrada-Parque”, determinando a realização do inventário prévio dos atributos naturais, paisagísticos, históricos, culturais, arqueológicos, paleontológicos e recreativos da região, conforme previsto no referido Decreto Estadual. 


 histórico Bebedouro da Barreira

as ruínas do velho teatro




Rio-Claro_Ruinas-de-Sao-Joao-Marcos1


Em nossa região, temos umas das mais antigas estradas de rodagem do país que é a RJ-149, a qual dá acesso ao município vizinho de Rio Claro numa extensão de aproximadamente 40 km. Trata-se de uma rodovia histórica construída por D. Pedro II em 1856 para acessar o Porto de Mangaratiba, ligando ao mar a antiga São João Marcos, o qual foi um dos mais ricos municípios do país entre o final do século XVIII e meados do século XIX e que hoje é um Parque Arqueológico gerado a partir de sua inundação por ocasião das obras do complexo hidrelétrico de Lajes da Light. Seu objetivo, na época, foi facilitar o escoamento da produção cafeeira do Vale do Paraíba Fluminense e permitir a entrada de mão-de-obra escrava para a lavoura. 

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Indicação sobre as ruínas do Sahy


J U S T I F I C A T I V A


A Praia do Sahy pode ser considerada como um dos acervos históricos e culturais da mais alta importância para este Município e para o país por guardar em si fontes arqueológicas vivas que percorrem boa parte do nosso passado nas eras colonial e imperial.

Como se sabe, a História de Mangaratiba (e dessas ruínas) vêm do início da ocupação portuguesa do nosso território, passando pelas guerras da Confederação dos Tamoios, pela migração dos nativos Tupiniquins, e, na última fase, pelo hediondo tráfico negreiro quando os povos africanos aprisionados aportavam no local para serem vendidos como mão-de-obra escrava para as lavouras de café no Vale do Paraíba do Sul.

Neste sentido, a restauração das ruínas representa um primeiro e importante passo para o resgate da nossa história bem como para a construção de uma consciência contra o preconceito racial.

Verifica-se que Praia do Sahy, localizada na Baia de Sepetiba, precisa ser melhor protegida da especulação imobiliária, do abandono e do turismo predatório. Através dos recursos tecnológicos do do Google Maps, é possível notar como as áreas contíguas ao Parque Arqueológico do Sahy já estão sendo ocupadas pelos condomínios e por outros empreendimentos imobiliários da região. Tem-se observado o aumento na frequência de banhistas da Praia do Sahy e com isto, os riscos para a integridade das ruínas.

Ao pesquisar o interesse da sociedade civil por essas ruínas históricas, verificou-se a existência de um blogue denominado “Pela criação do Parque Arqueológico do Sahy” que defende a preservação desse rico patrimônio histórico em nosso município, como pode ser lido a seguir:

"O que se busca é resgatar um dos acervos históricos e culturais da mais alta importância para este Município e para o próprio país, já que guarda em si fontes arqueológicas vivas, que percorrem boa parte da história da colonização do país, do reinado e do Império, em particular as tristes passagens do último período da diáspora africana (…) A restauração das ruínas e a constituição de um parque nacional representam um primeiro e importante passo para resgate dessa história e a construção da consciência contra o racismo e a discriminação. A Praia do Sahy se localiza na Baia de Sepetiba, justamente à frente da Ponta da Marambaia, conhecido local de “engorda” de africanos, que conta até hoje com população remanescente. Embora existam indícios de sua utilização no período anterior ao Ciclo do Café foi nesta época que o complexo se notabilizou como local de leilão de africanos escravizados. Inclusive no período pós proibição do tráfego os leilões teriam continuado, tendo sido construída uma rota alternativa para envio dos cativos a certo trecho da Estrada Imperial que ligava Mangaratiba ao Vale do Rio Paraíba e às fazendas de café." (publicado por Bruno Linhares, dia 06/07/2008, emhttp://parquesahy.wordpress.com/2008/07/06/porque-e-essencial-a-criacao-do-parque-arqueologico-do-sahy/ )
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NOSSA BAIA DE SEPETIBA- RIO DE JANEIRO LADO OESTE.

ThyssenKrupp briga no Brasil por usina mais cara da história do grupo


O investimento de quase 6 bilhões de euros no complexo siderúrgico no Brasil ainda não tem licença definitiva. Depois de ter registrado incidentes ambientais, a empresa muda o tom e aceita auditoria.

O maior investimento da história da ThyssenKrupp pode também ser a maior fonte de problemas do grupo alemão na atualidade. A siderúrgica construída na baía de Sepetiba, no Rio de Janeiro, já rendeu à empresa uma multa de 2,8 milhões de reais por crimes ambientais, além de outros milhões terem sido gastos em projetos de compensação e nos processos de indenização movidos por pescadores locais.
E a lista ainda inclui outros itens: a companhia, denunciada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, passa por uma auditoria ambiental e ainda aguarda a emissão da licença definitiva para operar com capacidade total.
Com uma nova diretoria, a empresa tenta minimizar a polêmica gerada em terra estrangeira. Em seu balanço na reunião anual de acionistas, ao fim de seu mandato na presidência, Ekkehard Schulz salientou a importância do projeto brasileiro: "É a base da nossa estratégia de crescimento transatlântico no setor do aço". Caberá ao novo presidente, Heinrich Hiesinger, realizar a ambiciosa meta da maneira menos problemática possível.
Investimento e falhas
O complexo siderúrgico da ThyssenKrupp CSA, no bairro de Santa Cruz, município do Rio de Janeiro, tem custos estimados em 6 bilhões de euros. As obras começaram em 2005, chegaram a ser embargadas em 2007 e, em junho de 2010, a unidade foi inaugurada "juntamente com o presidente Lula" – como ressaltou Schulz em seu discurso frente aos acionistas na última sexta-feira (21/01) em Bochum.
Flash-Gallerie ThyssenKrupp
Vista aérea da planta da ThyssenKrupp em Duisburg
A planta já registrou duas operações de alto-forno, em julho e dezembro do ano passado e, nas duas ocasiões, houve falhas operacionais, afirma o Ministério Público do Rio de Janeiro. A última, no dia de Natal, obrigou a empresa a verter o ferro-gusa em poços de emergência e ocasionou a emissão de grafite no ar – a liberação das partículas também havia acontecido na primeira operação.
"A partir disso, houve uma grande mudança de postura da empresa, que não admitia nenhuma falha de seu processo tecnológico e no sistema de gestão ambiental. Mas, em decorrência desse evento, a empresa se submeteu às exigências formuladas pelo Inea (Instituto Estadual do Ambiente)", esclareceu o promotor Marcus Pereira Cavalcante Leal à Deutsche Welle.
O fato levou a uma auditoria ambiental para verificar a eficiência do processo tecnológico. O laudo deve ficar pronto em 60 dias e deve criar condicionantes para que a unidade obtenha a licença definitiva. "E ela não será emitida enquanto não se tiver a certeza absoluta de que os processos de segurança ambiental são efetivos", complementou Leal.
No banco dos réus
Segundo a denúncia do Ministério Público, a empresa cometeu quatro crimes ambientais: causar poluição em níveis que resultem em danos à saúde humana; instalar obras ou serviços potencialmente poluidores sem licença ou autorização dos órgãos ambientais competentes; deixar de cumprir obrigação de relevante interesse ambiental e apresentar, no licenciamento, laudo ambiental falso ou enganoso.
A ThyssenKrupp também é investigada por empregar milícias para fazer a segurança privada da planta. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais no Rio de Janeiro.
Se a companhia for condenada, as penas podem ultrapassar 19 anos de reclusão para o diretor de projetos, Friedrich-Wilhelm Schaefer, e o gerente ambiental, Álvaro Francisco Barata. Além do pagamento de multas, a empresa poderia ter as atividades suspensas.
Outro perigo apresentado por esse tipo de industria siderurgica, são as emissões de gazes gerado no processo da produção de aço, proveniente dos alto forno de coqueria que exalam alto teores de benzeno, substancia cancerigena, regulada e controlada as empresas que trabalham nesse tipo de atividade pela Comissão Nacional de Benzeno, em primeira visita para poder receber o credenciamento e licenciamento para esse tipo de observação , a direção da mesma alegou que seus alto forno trabalhariam com pressão negativa e em caso de falha no processo e parada emergencia dos fornos não apresentaria risco, pouco tempo depois de entrar em operação, ainda com a licença ambiental provisoria, ocorreu o primeiro acidente de proporção ambiental atingindo as populações no entorno que ja habitavam a região a séculos o que gerou multas que deram prejuizos irreparaveis para a população tanto na saude quanto nos seus patrimonios.

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